Martha Medeiros
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Sobre o fim de um amor...
"Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, exatamente sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente."
segunda-feira, 15 de março de 2010
Tome posse de si
"Tome posse de si."
Eu estou consciente e tenho o poder de pensar como eu quero.
Tenho o direito de pensar no que eu quero para o meu próprio bem.
Eu tenho e posso impor ao meu mundo interior tudo aquilo que eu quiser.
E quero me sintonizar com o melhor.
Esqueço, a partir de agora, a pessoa que eu fui, sobretudo meus vícios de pensamentos.
Penso apenas na paz.
Penso nela, permitindo que seu perfume toque minha aura e atinja todas as áreas da minha vida, todos os cantos do meu corpo.
Penso na paz com uma mensagem de ordem e equilíbrio perfeito.
Deixo fluir na minha cabeça a consciência do 'eu posso'.
Eu posso estar na paz.
Impor essa paz é praticar o meu poder pessoal com responsabilidade divina, obtida por herança natural.
O melhor para mim é um grande sorriso no peito.
É a felicidade barata e fácil a que tenho direito.
É tão simples pensar que o melhor está em mim!
A beleza está em mim.
A suavidade está em mim.
A ternura, o calor, a lucidez e o esplendor das mais belas formas do universo estão em mim.
Aí eu me abro inteira, viro do avesso e sinto que não há fronteiras nem barreiras para mim.
Sinto que o limite é apenas uma impressão.
Sinto que cada condição foi apenas a insistência de uma posição.
Sinto que sou livre para deixar trocar qualquer posição por outra melhor.
Sou livre para descartar qualquer pensamento ruim, qualquer sentimento ou hábito negativo, qualquer paixão dolorosa.
Porque eu sou espírito.
Sou luz da vida em forma de pessoa.
Eu estou consciente e tenho o poder de pensar como eu quero.
Tenho o direito de pensar no que eu quero para o meu próprio bem.
Eu tenho e posso impor ao meu mundo interior tudo aquilo que eu quiser.
E quero me sintonizar com o melhor.
Esqueço, a partir de agora, a pessoa que eu fui, sobretudo meus vícios de pensamentos.
Penso apenas na paz.
Penso nela, permitindo que seu perfume toque minha aura e atinja todas as áreas da minha vida, todos os cantos do meu corpo.
Penso na paz com uma mensagem de ordem e equilíbrio perfeito.
Deixo fluir na minha cabeça a consciência do 'eu posso'.
Eu posso estar na paz.
Impor essa paz é praticar o meu poder pessoal com responsabilidade divina, obtida por herança natural.
O melhor para mim é um grande sorriso no peito.
É a felicidade barata e fácil a que tenho direito.
É tão simples pensar que o melhor está em mim!
A beleza está em mim.
A suavidade está em mim.
A ternura, o calor, a lucidez e o esplendor das mais belas formas do universo estão em mim.
Aí eu me abro inteira, viro do avesso e sinto que não há fronteiras nem barreiras para mim.
Sinto que o limite é apenas uma impressão.
Sinto que cada condição foi apenas a insistência de uma posição.
Sinto que sou livre para deixar trocar qualquer posição por outra melhor.
Sou livre para descartar qualquer pensamento ruim, qualquer sentimento ou hábito negativo, qualquer paixão dolorosa.
Porque eu sou espírito.
Sou luz da vida em forma de pessoa.
Gasparetto
sábado, 30 de janeiro de 2010
Conto de Fadas da Mulher Moderna
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheia de auto estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã. Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
_ Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas, uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
... E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: ' Nem fo-den-do! ' .
_ Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas, uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
... E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: ' Nem fo-den-do! ' .
(Luís Fernando Veríssimo)
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